quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Bom de Papo





Olá pessoal este é o nosso 1º de muitos "Bons de Papo", e como estreia trago pra vocês um conteúdo da área da pedagogia ( pra variar..risos) mas com uma pitada de humor. 
Pela primeira vez faço neste blog uma postagem de um vídeo, relacionando-o com a realidade. é uma charge de Mauricio Ricardo, que de uma forma descontraída aborda a realidade da educação brasileira quanto a sua didática de ensino e a comunicação na relação entre professores e alunos.
 Bom sem muitas delongas, vamos a discussão?


Pelo menos por um momento chega de textos com linguagens rebruscadas, e aparentemente sem nenhuma atratividade, é bem isso o que muitos textos acadêmicos possuem ,  e sem desmerecer jamais a importância da teoria, procurarei ser bem direta quanto a linguagem e o objetivo  deste hipertexto que é através da descontração nos levar a refletir sobre a temática aqui trazida.

Muitos de você devem ter ouvido falar ou conhecido alguma das obras de Paulo Freire, um educador brasileiro que contribuiu com uma metodologia de ensino e aprendizagem significativa não só no Brasil como também no exterior.

Que tal fazermos uma breve recapitulação?

Freire fazia uso da Palavramundo ( palavras pertencentes a realidade dos educandos) para alfabetizar jovens e adultos, trabalhadores que em sua maioria já havia abandonado a escola para trabalhar, ou nunca tivera a oportunidade de estudar. Mas Freire não se preocupava apenas com o alfabetizar por alfabetizar um de seus grandes propósitos através da alfabetização era conscientizar os alunos da importância que a leitura possui para modificar a sociedade e a realidade em que eles se encontravam, e durante o processo de aquisição da escrita e da leitura era gerado nos educandos com um espírito crítico,pois para Freire não havia forma melhor de conscientiza-los e de alfabetiza-los que o uso da própria realidade deles trazendo palavras do seu cotidiano, vale salientar que a comunicação entre ele e seus alunos, não era nada tradicional pois ele ao mesmo tempo que fazia uso da rigorosidade para ensinar, ele colocava-se em pé de igualdade com os seus alunos equilibrando sempre esta relação entre professor e aluno.

Mas você deve estar se perguntando porque estou trazendo Paulo Freire adjunto a este vídeo.

As escolas não apenas do presente mas também do passado e esperamos que não do futuro sofrera e sofre com a questão da comunicação entre o professor e a realidade dos estudantes, não apenas acerca da linguagem  mas principalmente quanto a didática e os métodos de ensino usados pelos docentes.

Esta charge ilustra bem o que esta acontecendo por falta desta comunicação. o abandono das salas de aula pelos professores, o desrespeito dos alunos com os mesmos e no fim ninguém sabe se comunicar e se perde a ordem e acaba-se com a esperança de um progresso.  Vemos que quando a professora tenta outro método de comunicação com seus educandos usando a linguagem deles, a compreensão destes flui.
E se pararmos para analisar esta comunicação não se trata apenas da forma de falar mas também de ensinar. e como deixar de fora a tecnologia e seus meios de comunicação didáticos que é uma das "linguagens" para a escola não no futuro mas agora, no presente fazer uso como método de ensino e aprendizagem. E esta é uma discussão longa, incontestável e inevitável para os próximos dias da escola.

Este é realmente um papo provocante, e inacabado pois na verdade esta muito ligada a formação inicial dos professores e a práxis. Poderíamos falar sobre este assunto em "n" postagens, e teremos sim esta oportunidade, no entanto o que trago pra você  aluno e principalmente ao professor é esta constante reflexão acerca das suas praticas pedagógicas e seu comprometimento com as metodologias em prol do desenvolvimento dos alunos.

Portanto não concluiremos este tema por aqui, ainda há muito pra se discutir, para refletir deixo portanto com base neste vídeo a dica: é preciso haver flexibilidade, compreensão e principalmente dedicação dos docentes pela educação. ( olha, deu rima!)

Abçs...e até a próxima! 

sábado, 22 de novembro de 2014

Sobre o Instinto Pedagógico


O Blog Instinto Pedagógico foi criado para a divulgação de trabalhos do âmbito pedagógico conhecer outros trabalhos, além de ter como o objetivo primordial a socialização entre outros blogs. Visa alcançar leitores não apenas da área da pedagogia, mas também das demais áreas, inclusive estudantes das escolas do nível Fundamental quanto Médio e porque não os simpatizantes da nossa querida Pedagogia? Todo conhecimento é valido e toda visita também. Afinal de contas nós nunca sabemos de tudo.

A característica deste blog é demonstrar através do Instinto que em nós é gerado através do conhecimento acadêmico adquirido, o mundo da pedagogia suas facetas, sua amplitude nas áreas, seus trabalhos, teorias, e sua história.

A proposta é fazer postagens de textos e vídeos informativos, compartilhamento de experiências pessoais para gerar reflexões, além de todo um suporte teórico. Muito conteúdo com humor tudo para alcançar a todas as mentes disponíveis a socialização e aberta a novos e até velhos conhecimentos.
http://pedagogiando-britto.blogspot.com.br/ 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Síntese do texto:A escola tem futuro?



A escola tem futuro?

Selma Garrido Pimenta e Marise compartilham durante uma entrevista suas experiências no cominho da educação inclusive na época da ditadura.
Selma traz primeiramente a sua imersão nas pesquisas mesmo como docente ainda atuante. Para ela as pesquisas acadêmicas precisam ir além do espaço da escola e partir para pesquisas com professores o que chamava de pesquisa colaborativa, este tipo de pesquisa segundo a Selma  “não está só aplicado a uma mudança de postura (...) mas também esta trazendo elementos que considero muito significativos na construção da teoria sobre educação escolar”. Para ela a partir das problematizações discutidas na pesquisa com professores poderia se encontrar mais informações fazendo assim elaboração de projetos de intervenção.
A partir desta sua visão de pesquisa colaborativa , Pimenta faz uma critica como ela vê a escola hoje. Uma de suas posições é de que “precisamos, com os professores, construir uma nova escola; aprender a ler compreender, interpretar a leitura que eles próprios tem da escola.
Mais adiante Selma começa  a contar de forma resumida a sua historia a formação a escolha pela pedagogia e a militância no Experimental um de seus projetos o qual originou a sua dissertação de mestrado e da pesquisa para o doutorado.
Ela também nos conta que uma de suas lutas no tempo da ditadura era contra a hegemonia na educação e nos sistemas de ensino. Na sua caminhada dentre as tantas instituições e trabalhos dos quais fez parte tiveram a presença de Bernadete Gatti, Carlos Luiz Gonçalves, José Carlos Libâneo, Dermeval Saviani, Celso Ferreti, Antônio Joaquim Severino, Antônio Gramsci todos eles fizeram parte de sua trajetória. Selma prossegue toda a entrevista contando sobre seus projetos suas opiniões sobre a educação, professor, escola, enfim.
Em uma de suas questões Marise fala da direção da escola contemporânea e a educação dos cidadãos que irão compor o pais , Selma diz que a escola  “não está conseguindo fazer” e ainda compartilha mais uma  de suas vivencia na Apeaesp que consistia em um trabalho de acessoria a professores da rede estadual em resumo Selma acredita que a escola.
Ela precisa ser transformadora, com certeza, na sua forma de gestão na forma de organizar o processo de ensino e aprendizagem.(...) portanto no seu espaço e no seu tempo, nas suas relações com a comunidade.Ela precisa ser transformada em sua própria insersão no sistema de ensino. (p.166)
E por fim Pimenta traz em sua ultima fala sobre a escola na sociedade através de uma de suas observações no filme Cidade de Deus onde garotos encontram um bom lugar sem a intervenção da escola.
(...) a escola que temos hoje não daria conta de dizer para aqueles protagonistas, que são pessoas reais, que ela poderia ajuda-los a ter o seu lugar no mundo.
Selma continua .
(...) Então penso que a analise critica das contradições presentes na escola tem que no levar a uma superação disso, e não uma volta para tráscomo as vezes uma perspectiva pós modernista nos levaria.



                                                                                                        

Uma parte de Mim

Uma parte de mim são aguas tranquilas  outra parte  é tempestade mas que logo se acalma Uma parte de mim é muito grande outra parte comp...